"Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos irriteis contra vós mesmos por me haverdes vendido para aqui; porque para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós"
(Gênesis 45:4,5).
A fome que atingiu o Egito também atingiu a terra de Canaã, pátria de José. Quando Jacó ficou sabendo que havia mantimento no Egito, enviou os filhos para comprar cereais. O relato da intriga envolvida em suas visitas parece mais uma boa história de mistério. O propósito de José ter feito seus irmãos e Jacó passarem pelo que passaram foi para que partilhassem do propósito real do seu sonho. Seus irmãos se curvaram na sua presença. Mas José era um homem muito diferente daquele que haviam vendido para os ismaelitas. Note a compaixão e ternura quando, finalmente, revela sua identidade. Em vez de um sonhador arrogante, agora via a si mesmo como um agente de Deus na preservação da vida. O Senhor lhe havia dado sabedoria para perceber que a sucessão de intervenções miraculosas em sua vida tinham tido o propósito de levar a sua família para o Egito. O sentido de ser cooperador na estratégia de Deus capacita-nos a amar e perdoar as pessoas que podem ter impedido os planos divinos para a nossa vida. Quão fácil teria sido para José dizer "Vocês me fizeram coisas terríveis. Agora, não esperem bondade da minha parte!" Pelo contrário, as repetidas expressões da bondade divina tornaram-no terno e gracioso. A vida pode tornar-nos ou amargos ou melhores. O que nos acontece e também ao nosso redor pode lançar-nos à retaliação ou à reconciliação. O que a vida está fazendo a você? A quem representariam os irmãos de José em sua vida? Como você tem reagido? Pode você ver que o que fizeram o torna mais forte e receptivo a Deus? Se assim for, use toda a oportunidade de partilhar o armazém da abundância que Deus lhe deu quando outros o procurarem por causa da necessidade. Receberei os "irmãos de José" da minha vida com bondade e perdão - hoje!
O leão é admirável por sua força, ferocidade e aparência de rei. O cordeiro é admirável por sua mansidão e por fornecer lã para nossas roupas, com a humildade de um servo. O mais admirável de tudo, porém, é um cordeiro semelhante a um leão e um leão semelhante a um cordeiro. O que torna Cristo glorioso, conforme Jonathan Edwards comentou há quase 250 anos, é "um conjunto admirável de características excelentes e diversificadas". Por exemplo, admiramos Cristo por sua transcendência, mas o admiramos mais ainda porque a transcendência de sua grandeza se mistura com submissão a Deus. Maravilhamo-nos nele porque sua justiça inflexível é temperada com misericórdia. Sua majestade é adoçada com meiguice. Apesar de igualar-se a Deus, ele tem uma profunda reverência por Deus. Apesar de ser digno de tudo o que é bom, ele foi paciente para sofrer o que é mau. Seu domínio soberano sobre o mundo foi revestido de um espírito de obediência e submissão. Ele confundiu os orgulhosos escribas com sua sabedoria, mas foi simples a ponto de ser amado pelas crianças. Ele acalmou a tempestade com uma só palavra,mas não destruiu com um raio os samaritanos, nem fugiu do martírio da cruz. A glória de Cristo não é fácil de ser compreendida. É um conjunto de qualidades extremamente diversificadas em uma só pessoa. Vemos isto no Novo Testamento, no livro de Apocalipse: "... Eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos". Eis o Cristo triunfante, semelhante a um leão, pronto para abrir o livro da história. Mas o que lemos no versículo seguinte? "Depois vi um Cordeiro, que parecia ter estado morto, em pé, no centro do trono, cercado pelos quatro seres viventes e pelos anciãos. Ele tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra". Portanto, o Leão é um Cordeiro - um animal fraco, inofensivo, humilde, fácil de ser capturado, que fornece lã para nossas roupas e é morto para nos servir de alimento. Cristoé um Leão semelhante a um cordeiro. O Leão de Judá venceu porque se dispôs a representar o papel de cordeiro. Ele entrou em Jerusalém no domingo de ramos com um rei a caminho do trono, e saiu de Jerusalém na sexta-feira como um cordeiro a caminho do matadouro. Expulsou os ladrões do Templo como um leão devorando sua presa. E, no fim da semana, entregou seu majestoso pescoço à faca, e o Leão de Judá foi abatido como um cordeiro sacrificial. Mas que tipo de cordeiro é esse? Apocalipse 5.6 diz que o "Cordeiro, que parecia ter estado morto, em pé ... tinha sete chifres". Observe duas coisas Primeiro, o Cordeiro está "em pé". Ele não está caído no chão e mergulhado em sangue como esteve antes. Sim, ele foi morto. Mas agora está em pé - empé no centro do trono. Em segundo lugar, o Cordeiro tem sete chifres. O chifre é símbolo de força e poder ao longo de todo o livro de Apocalipse (12.3; 13.1; 17.3,12), bem como no Antigo Testamento (Dt 33.17; Sl 18.2; 112.9). E o número sete significa abundância e plenitude. Portanto, esse não é um cordeiro comum. Ele ressuscitou dentre os mortos e é totalmente poderoso em sua força multiplicada por sete. Ele é, de fato, um Cordeiro semelhante a um leão. Vemos isso com grande temor em Apocalipse 6.16, quando os homens gritam às montanhas e às rochas: "Caiam sobre nós e escondam-nos da ira do Cordeiro!" E vemos também em Apocalipse 17.14: "Guerrearão contra o Cordeiro mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis..."Portanto, Cristo é um Leão semelhante a um cordeiro e um Cordeiro semelhante a um leão. Esta é a sua glória: "um conjunto admirável de características excelentes e diversificadas". Esse glorioso conjunto brilha com todo o seu esplendor porque se harmoniza perfeitamente com nosso cansaço e desejo de grandeza. Jesus disse: "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração..." (Mt 11.28,29). A mansidão e humildade desse Leão semelhante a um cordeiro aliviam nosso cansaço. E nós o amamos por isso. Se ele apenas recrutasse de modo idêntico à Marinha, que exige força, estaríamos completamente perdidos. Mas sozinha essa qualidade de mansidão não seria gloriosa. A mansidão e humildade do Leão semelhante a um cordeiro tornam-se brilhantes ao lado daautoridade ilimitada e eterna do Cordeiro semelhante a um leão. Só isso se encaixa em nosso desejo de grandeza. Sim, estamos fracos, cansados e sobrecarregados. Mas, pelo menos de tempos em tempos, arde em cada coração o sonho, Jesus disse: "Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações...e eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos" (Mt 28.18-20). O Cordeiro semelhante a um leão nos exorta a realidade. E, em toda a sua autoridade, ele nos lembra que estará conosco até o fim dos tempos. É disto que necessitamos - um campeão, um líder invencível. Também a nós, simples mortais, não é fácil compreender. Somos dignos de piedade, mas temos paixões arrebatadoras. Somos fracos, mas sonhamos realizar maravilhas. Nossa vida é transitória, mas a eternidade está escrita em nossos coração. A glória de Cristo brilha com todo o seu esplendor porque o conjunto de suascaracterísticas excelentes e diversificadas se harmoniza perfeitamente com nossa complexidade. Certa vez, esse Leão semelhante a um cordeiro sofreu opressão e aflição. Ele foi levado ao matadouro. Como uma ovelha que permanece em silêncio diante de seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca (Is 53.7). Mas no final não será assim. O Leão semelhante a um cordeiro se transformará em Cordeiro semelhante a um leão e, com a serenidade de um rei, tomará seu lugar à beira do lago de fogo, onde seus inimigos impenitentes serão atormentados "com enxofre ardente na presença dos santos anjos e do Cordeiro ... para todo o sempre" (Ap 14.10,11). Extraído do livro: "Um homem chamado Jesus Cristo" de John Piper da Editoravida
O equilíbrio financeiro proporciona bem estar na família.
Uma das muitas causas dos conflitos no lar é o desequilíbrio financeiro. A ansiedade financeira é prejudicial ao relacionamento conjugal.
Não é pecado desejar ser próspero, pecado é quando colocamos o desejo de ter, antes do desejo de ser, pois a prosperidade de acordo com a palavra começa na benção de ser.
A felicidade bíblica: Mat. 5:1-12 A prosperidade é benção quando não é a prioridade da nossa vida e sim a conseqüência da benção de Deus.
“Ora os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada e em muitas concupciencias insensatas e perniciosas as quais afogam os homens na ruína e perdição, porque o amor do dinheiro, é a raiz de todos os males alguns nessa cobiça se desviaram da fé, e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”(II Tim. 6:9-10).
1) Comece sonhando.
Quem deseja ser próspero, tem que aprender a pensar e sonhar grande.
Ter metas, objetivos e propósitos grandes.
Quem sonha pequeno cai na mediocridade e demonstra desconhecer o próprio Deus que serve.
Quando vamos a palavra aprendemos que Deus nos estimula a sonhar e pensar grande, o tamanho do meu sonho deve ser proporcional ao tamanho do meu Deus.
“Invoca-me e te responderei, anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes” (Jer. 33:3).
Sonhe grande, mas seja humilde para começar do pequeno.
2) Vença a inveja.
Inveja significa: desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outro, desejo de possuir o bem alheio.
Quando somos negativos em relação à prosperidade dos outros isso demonstra a atuação do espírito de inveja no nosso coração e isso impede-nos de prosperar e de termos sucesso financeiro.
“Cobiçais e nada tendes, matais e invejais e nada pode obter, viveis em lutar e fazer guerras, nada tendes porque não pedis” (Tiago 4:2).
A inveja e a cobiça abrem uma brecha de miséria na vida do casal.
É preciso mudar a atitude mental e começar a desejar o melhor para o próximo.
“Alegrais com os que se alegram e chorai com os que choram” (Rom. 12:15).
Quando decidimos viver assim Deus assume o compromisso conosco de nos abençoar.
3) O princípio do dízimo e da oferta é infalível.
O princípio da prosperidade começa pelo que damos ao Senhor e com isso semeamos em nossa vida. (Mal. 3:8-10)
Porque devo devolver o dízimo e dar ofertas?
a)Devolver o Dízimo é reconhecer que a terra pertence ao Senhor. (Sal. 24:1).
b)Devolver o Dízimo é uma questão de gratidão a Deus.(Sal. 103:1-2).
c)Deus não tem compromisso com quem não se compromete com ele e a sua obra. (I Jo. 2:4).
d)O dízimo é uma arma contra os ataques do diabo na nossa vida financeira. (Mal. 3:11)
e)A oferta é uma semente que germina na vida financeira. (II Cor. 9:6-11).
Quando damos ao Senhor nossas primícias isso abre as janelas do céu para que a benção possa ser liberada e o espírito de miséria seja despedaçado sobre nossa família.
“Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda e se encherão fartamente os teus celeiros e transbordarão de vinho os teus lagares” (Prov. 3:9-10).
Devemos nos arrepender de não sermos fiéis nos dízimos e ofertas, pois, isso é pecado. (Joel 2:13 e 18-19)
Semeie também na vida dos outros: Prov. 21:13
4) Não gaste mais do que você ganha.
Todo dinheiro que ganhamos com muito suor e trabalho deve ser gasto com muito critério e responsabilidade.
Quem não administra com sabedoria o que ganha, não consegue equilíbrio financeiro.
a)O que o dinheiro representa:
O homem trabalha para adquirir em troca o seu salário.
Esse salário representa uma porção de sua energia física e mental transformada em dinheiro.
b)A arte de ganhar dinheiro
“Quanto ao homem, a quem Deus conferiu riquezas e bens e lhe deu poder pra deles comer, e receber a sua porção e gozar do seu trabalho isto é Dom de Deus” (Ecles. 5:19).
A bíblia em momento algum condena a aquisição do dinheiro, mas relata que isto é um Dom de Deus. O dinheiro não pode subir aos céus, mas, pode realizar as coisas celestiais na terra.
c)Economia: fazendo milagre com pouco.
A palavra economia vem do grego, da mesma raiz de mordomia.
Mordomo: É aquele que sabe praticar a administração dos bens que Deus lhe confiou.
A questão do dinheiro é muito importante na vida do cristão, pois revela o seu caráter.
O dinheiro nos faz descobrir o quilate do cristão verdadeiro. O modo como agimos em relação ao dinheiro e a administração revela os traços espirituais salientes em nossa vida. O Natural reflete o espiritual.
Existem muitos cristãos que não sabem gastar, ganham dinheiro, mas ainda não sentaram para fazer uma administração equilibrada das suas finanças.
Conclusão
Essa é uma área muito importante na vida do casal e é de fundamental importância que esta vida esteja sadia, pois, muitos casamentos têm vivido brigas e desavenças por causa de situações causadas pela falta de administração financeira.
Converse com seu cônjuge sobre como vocês poderão cortar custos desnecessários, estabelecendo prioridades. Ore e se arrependam se não tem havido fidelidade para com Deus nos dízimos e ofertas.
O gasto necessário nem sempre é o gasto desejado.
Faça uma planilha onde há tudo que é necessário e depois o que é importante e estabeleça objetivo pessoal.
Todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma.
[Hebreus 10:38.]
A vida cristã é uma experiência inspirada e causada pela fé ou movida pelo sentimento? Vivemos num momento histórico em que a fé tem sido substituída pelo sentimento. Eu estava no carro, ouvindo numa estação de rádio evangélica, uma canção muito agradável em sua linha melódica, mas com uma letra terrível, do ponto de vista bíblico. Era algo mais ou menos assim: "eu sinto a tua presença... eu sinto a tua graça"... E por ai viajava nos sentimentos. Fico pensando: como posso sentir a presença de Deus?
O mundo moderno foi invadido pelo sentimento. As artes, a poesia, a religião e todo o pensamento contemporâneo vem sendo dominado pelo nível da emoção. A verdade que vale, não vale ser a verdade, pois o sentimento é quem dita o seu conteúdo. No fundo da criação humana encontra-se, como fundamento de maior valor, um simples sentimento hedonista. O prazer imediato é o lance que avalia e estipula o significado das decisões mais importantes.
A foto que aprisiona o fato de uma gravidez não planejada tem mais valor que um feto abortado com o fito de satisfazer um sentimento da futilidade egoísta. A menina tirou o retrato de sua barriga prenha, e depois, num gesto vulgar de desprezo pela vida, tirou a criança de suas entranhas, porque fazia estrias no tecido liso do ventre esguio. Aquilo que eu sinto hoje é mais forte e merece mais crédito do que a realidade ética.
Vivemos a ditadura dos sentimentos. Se me sinto bem comigo mesmo, posso fazer qualquer coisa, ainda que aquilo que faço, não deveria fazer. A moral do nosso tempo é uma questão da emoção egocêntrica. Alguém me sussurrou com galhofaria diante de sua gula: "vale a pena transgredir por um sentimento delicioso. O que nos resta nesse mundo de sofrimentos são esses momentos de prazer. O que encanta, distrai".
Deus também virou matéria de sentimento. A grande maioria vive buscando emoções que validem e evidenciem a presença divina. Queremos sentir a sua presença! Queremos tocar no manto de Jesus. Essa é a tônica da mentalidade pós-moderna que vive embriagada com a aparência da realidade e com o desfrute de tudo aquilo que é meramente sensório. Mas a Bíblia afirma: "Por que andamos por fé e não pelo que vemos".2Coríntios 5:7. Isto é: andamos pela fé e não pelos sentimentos.
A presença de Deus não é assunto de sentimento. Deus não é perceptível pelos nossos sentidos nem pode ser captado pela nossa emoção. Mesmo que o céu esteja coberto por espessas nuvens negras, o sol continua brilhando em seu percurso. Mesmo que não haja qualquer evidência da presença de Deus, ele continua presente em todo lugar. "Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a tua destra me susterá.". Salmos 139:7-10.
Creio na presença de Deus em todo lugar nesse universo, porque a sua palavra afirma que ele está presente em qualquer lugar. Isto é fé, pois a fé se baseia apenas na suficiência da palavra de Deus. Ainda que eu não sinta a menor comprovação e não haja qualquer sinal de sua presença no universo, eu creio que Deus está bem presente porque sua palavra afirma. "E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo." Romanos 10:17.
Ninguém que tem fé precisa de um sentimento para comprovar a sua convicção, já que a fé na palavra de Deus tem a sua própria persuasão fundamentada na mesma palavra. Alguém disse que: "a mente sabe que sabe, enquanto o olho não vê que vê". Embora, o olho que vê, não vê que vê; a mente que sabe, sabe que o seu saber procede da própria mente que sabe. Quem tem fé não carece de prova, pois nenhuma prova pode provar o que a própria fé prova firmada na palavra de Deus.
Quem crê não precisa de demonstração para crer, e quem não crê não há comprovação no mundo que o leve a crer. A essência da fé nega qualquer constatação fenomenológica, pois "a fé é a crença apesar das evidências". Se alguém necessita de uma prova sensória para firmar a sua fé, então essa pessoa encontra-se no campo da ciência e fora do terreno da fé. "Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem." Hebreus 11:3.
A fé está relacionada apenas com a palavra de Deus. Se não houver sinal da palavra de Deus não há o menor indicio de fé. Ninguém que crê baseado na palavra de Deus precisa de qualquer sentimento para corroborar com a sua fé, pois a verdadeira confiança só carece da verdade de Deus para se sustentar. Jesus desconfiou da crença alicerçada em milagres. Estando ele em Jerusalém, durante a Festa da Páscoa, muitos, vendo os sinais que ele fazia, creram no seu nome; mas o próprio Jesus não se confiava a eles, porque os conhecia a todos. João 2:23-24.
Alguém pode estar indagando: então, você é contra o sentimento? Não. Absolutamente não. Mas o sentimento nunca será o fundamento da fé. Ninguém precisa de emoção para crer, mas se houver alguma emoção em sua crença, tudo bem. O sentimento não pode ser a locomotiva do trem, mas pode ser um vagão. A fé depende somente da palavra de Deus para se manifestar e o sentimento pode ou não acompanhar a fé. "Visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé." Romanos 1:17.
A teologia dos sentimentos que se tornou mais desenvolvida a partir do século XIX, com Friedrich Schleiermacher, tem sua ênfase naquilo que podemos sentir no âmbito da alma. A sua tese mostra que a experiência verdadeira está vinculada com a sensação íntima e nunca com a verdade em si mesma. Para os promotores desse tema é preciso sentir a verdade, a fim de torná-la legítima. Mas Jesus não apóia essa premissa, pois seu destaque recai no puro conhecimento da verdade. "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:32.
Jesus disse: e conhecereis a verdade; ele não disse: e sentireis a verdade. A vida de fé é um produto da verdade divina, revelada em sua palavra, sem necessidade alguma de um sentimento comprobatório que autentique a veracidade da experiência. Ninguém precisa de uma emoção para apoiar a fé depositada na palavra de Deus, e mesmo que alguém tenha alguma muito importante, não há obrigação de vinculá-la ao conteúdo da fé.
Esse destaque nos sentimentos tem sido responsável por uma grande distorção na proclamação autêntica do cristianismo. Muita gente vive querendo sentir os efeitos da verdade ou as comoções estáticas de alguma experiência para poder afirmar a sua fé. Alguns acreditam que o choro e a alegria servem para confirmar a legitimidade do acontecimento. Mas a Bíblia continua sustentando que o justo viverá somente pela fé: "Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé." Habacuque 2:4.
A fé é a recusa de ingressar no pânico, em virtude da suficiência concebida pela revelação divina. Só a fé na palavra de Deus pode comprovar a onipotente veracidade do Deus da palavra, e com isso, provar a realidade consistente de que a graça de Deus, origem da revelação, é também a causa da fé. A água está para o peixe, assim como a palavra de Deus está para fé. O Deus da graça que concede a expressão da sua palavra, concebe o surgimento da fé embutida na mesma palavra. "Porém que se diz? A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; isto é, a palavra da fé que pregamos." Romanos 10:8Não é o sentimento do coração, mas a palavra da revelação que faz toda a diferença.
Vemos neste texto a analogia de fazermos muito e não colhermos nada.
É ver os nossos sonhos sucumbindo com o tempo.
Quantas vezes tentamos resolver através dos nossos métodos, mas aqui neste texto existem princípios para a realização dos nossos sonhos ou objetivos do menor ao maior.
Exemplo: Certa vez quando eu tinha uma moto estava muito frio e eu destravei o guidão e fui tentando ligar a moto por quase meio hora, quando eu estava quase exausto tentei pegar a moto no tranco e nada até que chegou alguem para me ajudar e disse, é se você não ligar a moto não vai pegar.
Um pequeno detalhe pode impedir-nos de andar e nos deixar parados por meses até anos e até mesmo a vida toda.
Se você está cansado de tentar, é talvez como eu tenha esquecido de um pequeno detalhe que está travando os projetos de Deus em sua vida.
I – Aprenda a dicernir a voz de Deus no meio da multidão.
“aconteceu que ao aperta-lo a multidão para ouvir...”(vers 1)
Exemplo: Certa vez um amigo que morou em londres, me disse que estava se sentindo sozinho nesta cidade onde ninguem olha para o lado e já estava lá por algum tempo ele disse que escutou no metro alguem assoviando uma música brasileira e ele no meio da multidão identificou a pessoa e se aproximou dela e ali surgiu uma grande amizade suprindo a sua necessidade de amigos naquele lugar
Quando Deus fala você não tem duvida que foi Ele quem falou.
Exemplo: quando fomos fazer o CD Deus deu um sonho de como seria a capa do CD e onde chegamos as pessoas ficam impressionadas e sentem abençoadas pela foto na capa
Ele se destaca no meio da palavras, pois ele atinge a nossa necessidade. Ele sabe o que precisamos ouvir.
Jesus sabia a necessidade de Pedro seus planos frustrados: “lancai as vossas redes para pescar”
II – Os planos de Deus não são dotados de meias verdades. (Lc. 24:36-43)
Cuidado com o espírito de Tomé: Quando ele recebeu a notícia da ressurreição de Cristo ele disse: Preciso ver para crer.
Há muitos Tomés no meio do Povo de Deus que Diz:Estou tão anestesiado que vou crer apenas quando acontecer.
Mesmo Pedro passando a noite inteira no mar tentando não duvidou quando Jesus ordeu a jogar as redes ao mar, mesmo falando da sua frustração ao Senhor ele teve FÉ.
Não coloque em Deus as suas frustrações pois quando de fatos fazemos uma pesquisa dentro de nós vamos entender que nos frustramos porque de fato não ouvimos o Senhore sim nós mesmo ou os outros ou mesmo o diabo.
III – Ouça com atenção o que Ele te a dizer.
“certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos”(Am. 3:7)
Acabamos sendo vítimas das nossas próprias medidas, o conjunto dos nossos pensamentos ou açoes podem nos prejudicar quando não ouvimos ou buscamos a resposta de que temos necessidade em Deus.
Exemplo: Nós tinhamos a escola de música e certa vezsenti que havia algo estranho, quando chegava na escola não sentia paz. A primeira coisa que fiz foi gastar um tempo na presença do Senhor para ouvir a sua voz, orei por uma semana buscando a face de Deus, sondando o meu coração e numa manhã Deus falou comigo em voz audível. Você está sendo roubado. Naquela noite Deus me mostrou que a professora tinha incluido nomes nos horários de alunos que já tinham cancelado o curso. Acordei e constatei exatamente o que vi no meu sonho.
A Única palavra que é infalível é a de Deus somente nela não possibilidade de engano ou erro. (Tiago 4:13-14).
Os homens mudam de planos e não se importam em cumpri-los.
Ninguem sai decepcionado depois de buscar a Deus em oração, jejuns e palavra. Jer. 29:11-14. O projeto de Deus para nós é de Vitória e alegria e Paz.
Pode ser uma loucura ao homem mais se é plano de Deus acontece: Davi e Golias, Abraão sair da sua fazenda e ir para uma terra que não conhecia, Gideão enfrenta um exercito de milhares com apenas 300 homens.
Busque os segredos do Senhor, o tempo na sua presença a sua palavra e você verá e ouvirá os segredos particulares do Senhor.
Ele só se revela aos amigos: Jo. 15:15
Conclusão: Sal. 25:12-14
“O segredo do Senhor é para os que o temem, e ele lhes fará saber o seu concerto” (Sal. 25:14).
Nós somos falíveis e precisamos com urgencia da ajuda do céu.
A consequencia de ouvir a voz do Senhor:
Eles não precisaram de muito para ver os barcos repletos de peixes. Fizeram a mesma coisa que estavam fazendo durante a noite toda mas havia uma única coisa diferente agora Jesus tinha dito a eles.
Jesus te disse o que hoje? Faz tempo que você não fala com ELE?
A boa compania nos anima a caminharmos pelo caminho.
"Companheiro sou de todos que guardam os meus preceitos” (Sal. 119:63)
Você pode estar se sentindo só, os seus planos foram frustrados, prometeram e não cumpriram, você confiou em homens e eles te decepcionaram, você confiou em você e se frustrou?
Você pode ter perdido a direção correta da sua vida, muitas duvidas sugem na sua mente.
Hoje o Senhor vai te falar cara a cara!
Se seus planos foram frustrados é porque não eram de Deus.
“Nenhum dos teus planos podem ser frustrados” (Jó 42:2)