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"Eu e minha casa serviremos ao Senhor". Js 24.15

3 de set. de 2009

Debaixo Das Asas De Deus

"Ele te cobre com as suas penas,
e debaixo das suas asas encontras refúgio"

(Salmos 91:4).

"Debaixo de Suas asas, debaixo de Suas asas, Quem de Seu amor pode dividir? Debaixo de Suas asas, minha alma deve agüentar, Para sempre, as lutas que hão de vir."

Muitas lutas podemos ter enfrentado em cada ano de nossas vidas. Muitas outras, certamente, ainda teremos de enfrentar.E por que ainda não sucumbimos? Por que não desfalecemos? Por que continuamos firmes e confiantes na vitória?

Por mais que as lutas nos sobrevenham, por mais que derrotas passageiras tenham nos feito estremecer, por mais que que tenhamos ficado tentados a desistir, mantivemos a fé. Perseveramos! Nos momentos de maior aflição percebemos as asas do Senhor nos envolvendo, nos abrigando, nos protegendo. Ele estava ali, ao nosso lado, sussurrando em nossos ouvidos espirituais: "Não tenha medo, estou ao seu lado. Resista. Nada poderá evitar a sua vitória!

Nada neste mundo poderá abalar a nossa firmeza ou calar a nossa esperança, se estivermos abrigados sob as asas do Altíssimo. Ele nos protege, nos estimula, nos encoraja na adversidade. Sua força nos impulsiona a lutar e vencer as batalhas. Nós confiamos nEle e isso é o bastante para nos reanimar em qualquer situação.

A certeza de estar sob os cuidados de nosso Deus garante a nossa alegria, enche a nossa alma de regozijo, nos capacita a brilhar diante de crises e tormentas. A Sua presença enche as nossas lâmpadas espirituais com o combustível da fé. As trevas são dissipadas, as tentações são postas a correr, as dúvidas são ignoradas e os nossos olhos não se desviam da bandeira de nossas conquistas: o Senhor Jesus Cristo.

A paz sempre reina em nossos corações quando estamos debaixo das asas do Senhor.

Fonte: Ministério para Refletir

Deus abençoe!

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com

2 de set. de 2009

Bendita a Pessoa que Confia no Senhor

Confiar em alguém é um ato de coragem, porque quem confia corre o risco de não ser atendido em suas necessidades ou dificuldades. Confiança pressupõe fé e esperança.

Fé é contar com algo ou com alguém. É entregar-se ao governo, à orientação ou aos cuidados de algo ou de alguém. A fé é a esperança no presente, enquanto que a esperança é a fé no futuro.

Esperança é a energia que nos faz lutar e vencer os desafios da vida. É mobilizar nossas forças física, mental, emocional e espiritual na realização do que nos é prometido, do que almejamos ou necessitamos.

Portanto, confiar é crer e esperar. O salmista no primeiro Salmo nos fala da pessoa que confia no Senhor. Ele compara a confiança dessa pessoa com uma árvore plantada junto às águas de um rio. Essa árvore não deixará de dar frutos em tempos de seca, pois ela estende suas raízes até as águas desse rio.

Sem dúvida, essa árvore busca seu sustento continuamente e não só em tempos de escassez. Ela dá seus frutos em tempos certos e se mantém vigorosa o tempo todo porque tem raízes profundas que buscam a energia de que necessita.

Confiança é um estado de espírito. Ter confiança é ter a energia que nos mantém animados e nos leva a praticar boas ações. É a certeza de que seremos vencedores, ainda que experimentemos o mal desse mundo. No entanto, é preciso que a mente e o coração estejam ligados ao Senhor da Vida por meio do contínuo exercício de oração e meditação na palavra de Deus, da prática do amor ao próximo e à Natureza e da vivência ética do respeito à vida em sociedade.

Com certeza não somos transformados pelo discurso do dever. Muito menos pelo simples saber das coisas. Mas, é certo de que somos transformados pelo discurso de Deus que nos sensibiliza e nos conscientiza do dever e nos faz conhecer a verdade.

Quem confia em Deus é pessoa vigilante e suficientemente humilde para admitir suas limitações. Quem confia em Deus é livre de tudo, mas tem domínio próprio para não se deixar escravizar por algo ou alguém. Quem confia em Deus é pessoa realizada e, ao mesmo tempo, vive a inquietude de participar ativa e diariamente na construção de um mundo melhor, uma sociedade mais justa e humana. Bendita é a pessoa que confia no Senhor da Vida!


P. Carlito Gerber - Pastoral Escolar IEI - Ivoti - RS
Fonte: Portal Luteranos


Pense nisso e Deus abençoe grandemente

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com

1 de set. de 2009

Metáfora: Os dons de Deus

Contam que:

Um dia, um homem entrou numa loja e, estupefato, viu um anjo atrás do balcão.

Maravilhado com aquela visão, perguntou: "- Anjo, o que vendes?"

O anjo respondeu: "- Todos os dons de Deus."

O homem voltou a perguntar: "- E custam caro?"

E a resposta do anjo foi: "- Não. É de graça .. é só escolher."

O homem, todo feliz, olhou para toda a loja e viu jarras de vidro de fé, pacotes de sabedoria, caixas de felicidade ... Não estava acreditando que poderia adquirir tudo aquilo.

"- Por favor, embrulhe para mim, muito amor de Deus, bastante felicidade, abundante perdão d'Ele, amor ao próximo, paciência, tolerância..."

O anjo anotou o pedido e foi separar os produtos. Ao retornar, entregou-lhe vários pacotinhos, que cabiam na palma da mão do homem. Espantado, ele indagou: "- Como pode você me dar apenas esses pacotinhos?! Eu quero levar uma grande quantidade dos dons de Deus."

O anjo respondeu: "- Querido amigo, na loja de Deus nós não vendemos frutos. Apenas sementes."


Histórias & Fábulas Aplicadas a Treinamento
Albigenor Militão & Rose Militão

Editora: Qualitymark


André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com

30 de ago. de 2009

Qual Escolha Vamos Fazer?


Desde quando lidava com o Israel físico no Antigo Testamento, falando das bênçãos que iriam receber na terra prometida, mediante a obediência a sua palavra, o Senhor não deixou de advertir a respeito das consequências da desobediência. Lembremos das palavras do Senhor faladas através de Moisés ao seu povo, pouco antes de entrarem na Terra Prometida:
“Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal; se guardares o mandamento que hoje te ordeno, que ames o Senhor, teu Deus, andes nos seus caminhos, e guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, então, viverás e te multiplicarás, e o Senhor, teu Deus, te abençoará na terra à qual passas para possuí-la” (Deuteronômio 30:15-16).

É muito bom termos o conforto de saber que a palavra do Senhor sempre se cumpriu, relativo a suas promessas de bênçãos (Josué 21:43-45). Quando vemos o povo fiel ao Senhor recebendo dele as bênçãos, como consequência da obediência, devemos ser encorajados a guardar seus mandamentos, e confiantes na sua misericórdia, termos a certeza da glória eterna junto ao Pai (2 Coríntios 5:10; 2 Pedro 3:9-13). Mas, no mesmo contexto, o Senhor advertiu o povo dizendo: “Porém, se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido, e te inclinares a outros deuses, e os servires, então, hoje, te declaro que, certamente, perecerás; não permanecerás longo tempo na terra à qual vais, passando o Jordão, para a possuíres” (Deuteronômio 30:17-18).

Posteriormente o Senhor deixou ainda mais claro para Israel por boca de Josué sobre a certeza do cumprimento de suas promessas tanto de bênçãos quanto de maldição (Josué 23:11-16). Devemos entender que a condenação é tão real e certa quanto a salvação (Hebreus 6:4-8,10:26-31; Mateus 18:9). O desejo do Senhor, porém, era que todos tomassem a decisão correta:
“Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade; para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó” (Deuteronômio 30:19-20).

No Novo Testamento Jesus nos ensina o mesmo princípio quando nos encoraja a trilhar o caminho que conduz a vida. Ele deixou bem claro quais serão as conseqüências da nossa escolha. (Mateus 7:13-14; João 14:6).


Qual escolha nós vamos fazer? O bem ou o mal? A vida ou a morte?


Que façamos a escolha certa!

Por Alessandro B. F. da Costa
Extraído de
Estudos da Net

Pense nisso.
Deus abençoe

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com


29 de ago. de 2009

Obreiros Malditos

Amado(a), você tem um ministério? Não? Ah...que pena! Não sabe o quanto o bom servir ao Senhor! Mas, se você tem um ministério na sua igreja, este é pra você! Servirá para que reflita acerca do mesmo e sobre como o tem realizado, como tem feito a obra do Senhor. Em busca de uma mensagem para postarmos nos deparamos com o estudo abaixo. Este foi escrito por Dennis Allan e, temos certeza de que irá falar ao seu coração. Reflita sobre!


"Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente."
[Jeremias 48:10]


Quando passei por este versículo na minha leitura diária, parei para refletir. Pesquisei um pouco mais e vi que outras versões falam de fazer a obra com negligência ou de maneira fraudulenta. O sentido é de não ser honesto e diligente no trabalho do Senhor. O Senhor condena o engano, a hipocrisia, a preguiça e a falta de zelo no serviço a ele.

Vamos considerar este versículo e outras passagens que comunicam o mesmo princípio.

O Contexto de Jeremias 48
Este capítulo está no meio de uma série de profecias contra as nações pagãs. Deus explica seus motivos e planos para castigar nações como Egito, Filístia, Amom, Edom, Babilônia e outras. No capítulo 48, o país condenado é Moabe. Os moabitas eram descendentes de Ló e, por isso, parentes dos israelitas. Mas a sua longa história de desrespeito para com Deus levou este povo a receber a condenação do Senhor. Como Deus tem feito muitas vezes com outros povos e nações, ele decidiu usar mãos humanas para punir os moabitas. Os homens usados para executar a sentença seriam instrumentos de Deus, vingadores escolhidos pelo Senhor. Assim, entendemos o versículo 10 inteiro: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente! Maldito aquele que retém a sua espada do sangue!” Deus chamou homens para castigar os moabitas, e falou que seriam malditos se não cumprissem sua tarefa com diligência.

A Missão dos Servos Atuais
Hoje, a missão dos servos de Deus não é aniquilar os rebeldes: “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens; não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor” (Romanos 12:18-19).

Deus tem dado aos servos dele, nos dias de hoje, uma missão de misericórdia e amor. Nós devemos anunciar as boas novas que oferecem a salvação aos homens perdidos, para que possam evitar a condenação eterna e participar do privilégio da comunhão eterna com Deus.

Se Deus condenou os servos negligentes na missão de vingança, quanto mais ele vai cobrar a falta de zelo na missão de misericórdia! Os obreiros hoje devem ser diligentes no trabalho do Senhor.

Os Obreiros no Novo Testamento
É interessante e triste observar como as descrições mais simples e humildes podem ser distorcidas pelos homens para criar cargas de importância nas igrejas. Algumas palavras são tão simples que seria difícil compreendê-las de forma errada, mas muitos religiosos conseguem!

Considere alguns exemplos do Novo Testamento, em contraste com os abusos dos dias atuais. A palavra ministro significa servo, e ministério significa serviço. Mas muitas igrejas usam tais palavras como títulos para engrandecer pessoas (colocando servos acima dos irmãos que devem ser servidos) e trabalhos (a palavra ministério assumiu, no entendimento de muitos, a ideia de alguma obra ou até organização de destaque). Precisamos aprender que ministrar quer dizer servir. Ao invés de pensar em subir para uma carga de liderança e domínio sobre outros, deve lembrar-se do exemplo de Jesus quando ele pegou uma toalha e uma bacia de água e lavou os pés dos apóstolos. Do mesmo modo, as palavras traduzidas obreiro no Novo Testamento significam trabalhador, às vezes destacando a ideia do trabalho árduo e cansativo. Evangelistas são obreiros (2 Timóteo 2:15), não no sentido de serem líderes ou dominadores de igrejas, mas no sentido de trabalharem para pregar o evangelho de Jesus.

No Antigo Testamento e nas religiões pagãs, existiam classes de sacerdotes especiais. Mas no Novo Testamento, todos os cristãos são sacerdotes (1 Pedro 2:5,9). No contexto de uma congregação local, alguns serão escolhidos como pastores (chamados, também, de presbíteros ou bispos – Atos 20:17,28). Estes homens especialmente qualificados (cf. 1 Timóteo 3:1-7; Tito 1:5-9) guiarão, mas não deverão dominar o rebanho (1 Pedro 5:1-3). Cada discípulo – cada sacerdote – mantém a comunhão com Deus e não depende de mediador humano para servir ao Senhor.

Nas tentativas persistentes de implantar ou manter um sacerdócio especial nas igrejas hoje, até a simples palavra obreiro tem sido abusada. Em algumas igrejas, “obreiro” se tornou um título oficial para destacar alguns irmãos acima dos outros. Ao invés de reconhecer que todos nós devemos ser obreiros e cooperadores, algumas igrejas já chegaram ao ponto de nomear “O Obreiro” ou “Nosso Obreiro”, assim destacando uma pessoa como líder da congregação. Neste conceito errado de liderança, alguns discípulos acreditam que “O Obreiro” ocupe uma posição abaixo de Jesus mas acima do rebanho, exercendo autoridade para governar e tomar decisões pela congregação.

Para defender tal autoridade de pregadores ou evangelistas, alguns buscam alguma base no Novo Testamento. Vamos examinar alguns versículos que são usados para justificar este sistema anti-bíblico de liderança de igrejas:

Tito 2:15 – Paulo disse ao evangelista Tito: “Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze.” O trabalho de qualquer evangelista é pregar a palavra, que ele faz com a autoridade da própria palavra (cf. 2 Timóteo 4:1-5). Usando a palavra de Deus, que tem a autoridade divina, um evangelista ensina, edifica, repreende e põe em ordem as coisas que faltam nas igrejas onde ele prega (Efésios 4:11-14; Tito 1:5). A autoridade está na palavra que ele prega, não numa posição de domínio sobre a congregação.

1 Coríntios 16:15-16 – Depois de comentar sobre a fidelidade da família de Estéfanas no serviço dos santos, Paulo disse aos coríntios: “que também vos sujeiteis a esses tais, como também a todo aquele que é cooperador e obreiro”. Se tivesse alguma passagem que usasse as palavras “cooperador” ou “obreiro” como títulos de distinção, daria para entender uma certa autoridade aqui. Mas a realidade é que todos os cristãos devem trabalhar, e todos devem ser sujeitos uns aos outros (Efésios 5:21; Romanos 12:10,16). Devemos ajudar e apoiar aqueles que servem ao Senhor, sejam evangelistas ou outros servos e servas (3 João 5-8; Romanos 16:1-2).

Hebreus 13:17 – O autor já falou de guias do passado (13:7), e agora fala sobre guias vivos: “Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma...”. Este versículo tem sido muito mal aplicado para justificar muitos abusos em igrejas. Conforme o Novo Testamento, os homens autorizados por Deus para guiar o rebanho são os bispos, homens escolhidos na base de qualificações rigorosas (1 Timóteo 3:1-7; Tito 1:5-9). Não temos direito de usar este versículo para justificar autoridade de evangelistas, “discipuladores”, etc. Mesmo quando se trata de bispos, este versículo não lhes dá autoridade absoluta (cf. 1 Pedro 5:3). A palavra traduzida “obedecei” em Hebreus 13:17 significa “sejam persuadidos”. Como ovelhas submissas, devemos permitir que os bispos nos mostrem os motivos, segundo a vontade de Deus, para fazer o que eles indicam.

Quem São os Obreiros Hoje?
Depois de considerar vários trechos do Novo Testamento e o significado da palavra “obreiro”, fica fácil entender a aplicação hoje. Todos os cristãos fiéis devem trabalhar incansavelmente. Todos os discípulos de Cristo são obreiros, cooperadores no trabalho dele. Uma vez que compreendemos o sacerdócio de todos os cidadãos do reino de Cristo, entendemos que todos são obreiros.

Obreiros Malditos ou Abençoados?
Agora vamos voltar ao tema deste estudo. O perigo de ser obreiros malditos não é apenas um problema de pastores e evangelistas. É um perigo que todos os cristãos enfrentam! Se formos negligentes, desonestos ou preguiçosos no nosso serviço a Deus, seremos condenados por ele.

O que, então, Deus quer dos servos dele hoje? Seria fácil fazer uma lista de obrigações principais, no mesmo estilo dos fariseus da época de Jesus, para identificar os servos diligentes e fiéis. Mas a verdadeira resposta não é tão fácil.

Jesus orientou os apóstolos a ensinarem os discípulos a “guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mateus 28:19-10). Em outra ocasião, ele disse: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14:15). O verdadeiro discípulo é conhecido pela sua obediência. O apóstolo João disse que sabemos que temos conhecido Cristo por isto: “se guardamos os seus mandamentos” (1 João 2:3).

Certamente seria mais fácil se tivéssemos uma lista de cinco ou dez itens essenciais, alguns atos externos e visíveis que garantiriam a nossa fidelidade como servos. Muitos homens têm feito tais listas, ou oficial ou informalmente. Frequentemente frisam questões como ofertas, frequência nas reuniões da igreja, cotas e metas para a evangelização pessoal e a abstinência de determinados vícios e hábitos. Podem acrescentar exigências em termos de roupas, saudações especiais, etc.

Nosso comportamento, vestimenta e participação ativa da igreja do Senhor certamente devem refletir a determinação de ser obreiros aprovados. Mas, Jesus não abordou a questão com uma simples lista de coisas que se deve ou não se deve fazer. A abordagem dele é mais exigente. Ele quer um coração voltado a ele, e sabe que a pessoa assim dedicada ao Senhor buscará muito mais do que meras regras e normas de comportamento. O verdadeiro obreiro buscará compreender e absorver a mente do Senhor, deixando até seus pensamentos mais íntimos serem guiados pela vontade de Deus.

E esta busca não será fácil. Teremos que conhecer bem a palavra de Deus, dando prioridade ao estudo cuidadoso das Escrituras. E com o conhecimento vem a responsabilidade de aplicar o que aprendemos: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tiago 1:22). Os servos fiéis não apenas seguem listas de regras, procuram andar como imitadores de Deus (Efésios 5:1). Como Jesus reflete a plena perfeição do Pai, os discípulos devem refletir a plenitude de Cristo (Colossenses 1:19; 2:9; Efésios 1:23; 3:19; 4:13).

Escolhemos entre dois caminhos. Podemos ser preguiçosos e negligentes, ou podemos nos esforçar como servos diligentes e dedicados. O primeiro caminho leva à maldição eterna. O segundo leva à bênção da comunhão eterna com Deus.

Pense nisso!
Deus abençoe seu ministério e sua vida grandemente

André e Simone Calamita
http://empreendedoresinspiracao.blogspot.com
 
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