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"Eu e minha casa serviremos ao Senhor". Js 24.15

12 de mar. de 2009

Finanças


Quando reconhecemos o domínio de Deus, cada decisão quanto ao gasto do dinheiro torna-se uma decisão espiritual. Já não mais perguntamos, Senhor, o que queres que faça com o meu dinheiro? A pergunta é reformulada em, Senhor, que queres que eu faça com Teu dinheiro? Quando temos essa perspectiva, as decisões de gastar e economizar são decisões tão espirituais quanto as decisões de contribuir. Sabei, pois, que: “O dinheiro é um ótimo servo, mas um péssimo senhor”.

Tudo que existe nos céus e na terra e teu o Senhor e seu é esse reino. Nós adoramos a Deus porque Ele dirige todas as coisas. Riquezas e honra vem somente do Senhor, e Ele é o governador de toda a humanidade; sua mão controla força e poder, e é por sua vontade que os homens se tornam importantes e recebem Força. ( 1ª Cr 29: 11 e 12).


ARTIGOS:

  • JOHN WESLEY: SUA EXPERIÊNCIA COM O DINHEIRO
  • A TENTAÇÃO DO SUPÉRFLUO
  • DECLARAÇÃO DE BENS

John Wesley - "Sua experiência com o dinheiro"

John Wesley (1703-1791) é conhecido como um pregador que revolucionou a Inglaterra do século XVIII, foi instrumento de avivamento, e influenciou profundamente a igreja com seus ensinos sobre santificação. Poucos talvez saibam que ele ganhou muito dinheiro com a venda de seus livros e panfletos, e que sua renda o classificava como um dos homens mais ricos da Inglaterra do seu tempo. A seguir alguns dos seus ensinamentos sobre dinheiro:

John Wesley viu o movimento de Metodismo que fundou crescer de dois irmãos para uma sociedade de quase um milhão de pessoas durante o período da sua vida. Porém, nos seus últimos anos, ele ficou triste e pessimista com relação ao movimento. Os seguidores não tinham mais fervor e amor pelo Senhor, o que se demonstrava de diversas maneiras, entre as quais sua indisposição de visitar e ajudar os pobres e necessitados. Wesley temia que o Senhor não estivesse mais no meio deles, que o povo tivesse abandonado seu "primeiro amor", e que talvez seus labores de uma vida inteira fossem perdidos.

Wesley atribuiu esta frieza espiritual e afastamento de Deus principalmente ao crescimento de riquezas e possessões. Notou que o nível econômico médio dos metodistas havia melhorado mais de dez vezes em relação ao princípio do movimento. Parecia-lhe que quanto mais dinheiro tinham, menos amavam ao Senhor, menos disposição tinham, entre outras coisas, para auxiliar os necessitados.

Wesley pregava muito sobre o uso correto do dinheiro, e de como somos apenas despenseiros de Deus. O propósito de Deus em nos abençoar financeiramente é para podermos compartilhar com aqueles que não têm. Gastar em coisas supérfluas ou além do básico necessário é, por isso, roubar de Deus.

É difícil imaginar este grande pregador, que falava tanto sobre o amor, ficando irado ou expressando ódio para alguma coisa. Ele até ensinava que o amor de Deus pode encher de tal forma nosso coração que seremos capazes de amar perfeitamente a Deus e ao nosso próximo. Mas havia uma palavra que Wesley realmente detestava. Era a palavra que as pessoas usavam para justificar gastos extravagantes ou um estilo de vida materialista. Diziam: "Mas tenho condições de comprar aquilo ou de viver assim". Para ele esta expressão "tenho condições" era vil, miserável, imbecil e diabólica, pois nada do que temos pode ser considerado nosso. Nenhum cristão verdadeiro jamais deveria usá-la.

Ele não só pregou mas viveu este princípio na prática. Numa época em que uma pessoa podia viver tranqüilamente com £30,00 (trinta libras) por ano, Wesley começou ganhando mais ou menos isto no início de sua carreira de professor da universidade.

Um dia, porém, notou uma empregada doméstica que não tinha agasalho suficiente no inverno, e que não tinha nada para lhe dar, pois já gastara todo seu dinheiro para si mesmo. Sentiu-se fortemente repreendido por Deus como mau despenseiro dos seus recursos. Daí em diante, reduziu ao máximo suas despesas para poder ter mais para distribuir.

Com o tempo, sua renda anual passou de £30,00 por ano a £90,00, depois a £120,00 e anos mais tarde chegou a £1400,00. Entretanto, nunca deixou de viver com os mesmos £30,00, e de dar embora todo o restante. Segundo seu próprio testemunho, nunca teve mais que £100,00 no bolso ou nas suas reservas. Ensinou que quando a renda do cristão aumentasse, devia aumentar seu nível de ofertas, não seu nível de vida.

Quando morreu, deixou apenas algumas moedas nos bolsos e nas gavetas, e os livros que possuía. A grande maioria das £30.000,00 que ganhou durante sua vida (com panfletos e livros) foi doada a pobres e necessitados.

Wesley baseava sua prática em cinco pontos fundamentais:
  1. Deus é a fonte de todos os recursos do cristão. Ninguém realmente ganha dinheiro por sua própria esperteza ou diligência. Pois Deus é fonte de toda energia e inteligência.
  2. Os cristãos terão de prestar contas a Deus pela forma como usaram o dinheiro. Em qualquer momento, podemos ter de prestar contas a Deus. Por isto, nunca devemos desperdiçar o dinheiro agora, pensando em compensar futuramente.
  3. Os cristãos são mordomos do dinheiro do Senhor. Somos apenas agentes dele para distribuí-lo de acordo com sua direção. Portanto, não temos condições de fazer algo contrário aos seus desejos.
  4. Deus concede dinheiro aos cristãos para que o repassem àqueles que têm necessidade. Usar este dinheiro para nós mesmos é roubar de Deus.
  5. O cristão não tem mais direito de comprar algo supérfluo para si mesmo do que tem de jogar o dinheiro fora.


Com isto em mente, Wesley dava quatro conselhos quanto às prioridades de Deus para o uso da renda individual do cristão:

  1. Suprir todo o necessário para si mesmo e a família (1 Tm 5.8).
  2. "Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes" (1 Tm 6.8).
  3. "Procurai as coisas honestas, perante todos os homens" (Rm 12.17), e "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma" (Rm 13.8). Depois de cuidar das necessidades básicas, a próxima prioridade é pagar os credores, ou providenciar para que todos os negócios sejam feitos de forma honesta, sem incorrer em dívidas.
  4. "Façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé" (Gl 6.10). Depois de prover para família, credores, e negócios, Deus espera que todo o restante lhe seja devolvido através de doar aos necessitados.
Para ajudar a discernir em situações não muito claras se está tomando a direção certa diante de Deus, Wesley sugeria que o cristão fizesse a si mesmo as seguintes perguntas em relação a algum bem que quisesse adquirir:

  1. Em gastar este dinheiro, estou agindo como se eu fosse dono dele, ou como despenseiro de Deus?
  2. Que Escritura me orienta a gastar dinheiro desta forma?
  3. Posso oferecer esta aquisição como oferta ao Senhor?
  4. Deus haverá de me elogiar na ressurreição dos justos por este dispêndio?

A tentação do supérfluo


Primeiramente, já quero soltar uma pergunta de cara: Você gasta muito com supérfluo? Bem esta é uma pergunta um pouco injusta, eu sei. Afinal o que é supérfluo para uns pode não ser para outros. Apesar disso, tenho certeza que sua resposta foi sim.


Quem nunca foi ao supermercado e encheu o carrinho de guloseimas das mais diversas? Pois é, sendo bom ou não, o supérfluo geralmente agrada aos nossos olhos mas é certo que exige bastante do nosso bolso.

A situação econômica que nosso país vive atualmente, não é tão ruim quanto a do passado, mas ainda não pode ser considerada estável. Por isso é tão importante economizar e vigiar.

O exemplo do supermercado é um dos diversos que podemos visualizar. Quantas vezes nos pegamos fazendo dívidas desnecessárias. É importante perceber que temos necessidades básicas e que estas são mais importantes do que agradar aos olhos.

Não quero dizer que não podemos comprar coisas que nos agrada, ou que sonhamos ter. O que precisamos é analisar os nossos sonhos de consumo.

Por exemplo, vamos supor que você tenha decidido que irá comprar um aparelho de TV. O segundo passo deve ser levantar questionamentos a respeito da possível compra. Por exemplo: “Será que preciso de uma TV nova? Será que não vou comprar por modismo? Será que só me interessei porque vi alguém comentar que comprou ou porque achei o anúncio atraente?”

Se pensarmos bem antes de tomar qualquer decisão, não só evitaremos de nos endividar como também evitaremos de inclusive pecar. Não podemos ser avarentos. Deus é muito claro enquanto a isso:

“Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui.” (Lc 12.15).

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.” (Hb 23.5).

“E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (2Pe 2.3).

“O que agir com avareza perturba a sua casa, mas o que odeia presentes viverá.” (Pv 15.27).

Portanto irmão, que sejamos mais cautelosos em nossas compras e em nossa relação com o que é material. Que possamos compreender o que está agradando a Deus e o que está agradando aos nossos olhos. Pois tenho a plena convicção de que o Senhor quer que tenhamos coisas boas, mas que ele seja aquele que vai nos direcionar até mesmo na hora de adquirir algum bem.

Por Vanessa Freitas
redacao@lagoinha.com


Declaração de bens


“Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda em seus caminhos” (Salmo 128:1)

O pai moderno, muitas vezes perplexo e angustiado, passa a vida inteira correndo feito louco em busca do futuro esquecendo-se do agora. Nessa luta, renuncia ao presente. Com prazer e orgulho, a cada ano, preenche sua declaração de bens para o imposto de renda. Cada nova linha acrescida foi produto de muito trabalho. Lotes, casas, apartamentos, sítio, casa de praia, automóvel do ano, tudo isso custou dias, semanas, meses de lutas. Se partir de repente, já cumpriu sua missão e não vai deixar sua família desamparada.

Esse homem se esquece de que a verdadeira declaração de bens, o valor que efetivamente conta, está em outra página do formulário do imposto de renda, naquelas modestas linhas, quase escondidas, onde se lê declaração de dependentes. São filhos que colocou no mundo, a quem deve dedicar o melhor do seu tempo.

Os filhos só querem um pai para conviver, dialogar, brincar. Os anos passam, os meninos crescem, e o pai nem percebe, porque se entregou de tal forma a construção do futuro, que não participou de suas pequenas alegrias; não teve tempo para assistir a coroação de sua filha como rainha da primavera. Um executivo não deve desviar sua atenção para essas bobagens. São coisas para desocupados.

Há filhos órfãos de pais vivos, porque estão “entregues”. O pai para um lado; a mãe para o outro e a família desintegrada, sem amor, sem diálogo, sem convivência. Depois de uma dramática experiência pessoal vivida, a mensagem que tenho para dar é: não há tempo melhor aplicado do que aquele destinado aos filhos. Dos dezoito anos de casado, passei 15 anos absorvido por muitas tarefas, envolto em várias ocupações, e totalmente entregue a um objetivo único e proprietário: construir o futuro para três filhos e minha mulher. Isto me custou longos afastamentos de casa: viagens, estágios, cursos, plantões no jornal, madrugada no estúdio de televisão... Uma vida sempre agitada, tormentosa e apaixonante na dedicação à profissão, que foi na verdade, mais importante que a minha família.

Agora, estou aqui como o resultado de tanto esforço: construí o futuro, penosamente, e não sei o que fazer com ele, depois da perda de José Carlos e Mariana. Do que vale tudo o que juntei, se esses filhos não estão mais aqui para aproveitar tudo com a gente? Se o resultado de 30 anos de trabalho fosse consumido por um incêndio, e, desses bens todos, não restasse nada mais do que cinzas, isso não teria a menor importância, não ia provocar o menor abalo em nossa vida, porque a escala de valores mudou e o dinheiro passou a ter peso mínimo e relativo em tudo.

Se o dinheiro não foi capaz de comprar a cura de meu filho amado que se drogou e morreu; não foi capaz de evitar a fuga de minha filhinha, que saiu de casa e prostitui-se, e dela não tenho mais notícias, para que serve? Para quer ser escravo dele?

Eu trocaria, explodindo de felicidade, todas as linhas da declaração de bens por duas únicas que tive que retirar da declaração de dependentes: os nomes de José Carlos e Mariana. E como doeu retirar essas linhas na declaração de 1986, ano base 1985. José Carlos morreu aos 14 anos e Mariana fugiu um mês antes de completar 15 anos.

Extraído do site: http://www.empreendedoresdecristo.com/financas.php

9 de mar. de 2009

Profissional Cristão e o Sonho de Deus



Será que minha prosperidade financeira não acontece por que não estou trabalhando o suficiente?

Uma nuvem de engano tem norteado a mente dos profissionais cristãos. Muitas interrogações surgem, tais como: “O trabalho que faço agrada a Deus?”; “O reino de Deus pode se manifestar aqui no meu trabalho, mesmo este não sendo eclesiástico?”; “Será que minha prosperidade financeira não acontece por que não estou trabalhando o suficiente?”; “Estarei em perigo quanto à minha segurança financeira se não tiver um trabalho ‘fichado’?”

A Palavra do Senhor em Mateus 6.22 diz: ”Ninguém pode servir a dois Senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e ás riquezas.” Falamos a cristãos, então cabe uma pergunta: quem tem sido o seu Senhor?

Reflita agora e juntos analisemos. “Senhor” significa governo. Se Jesus Cristo é quem governa a sua vida e você o ama de todo o seu entendimento e coração, sendo Ele o primeiro em tudo, então todas as demais coisas lhe serão acrescentadas – assim nos afirma as Escrituras Sagradas.

Agora, se o seu trabalho e a busca por riquezas tem sido o centro da sua vida e de seu amor, então, cuidado, porque este seu “senhor” pode tirar você do propósito de Deus que é o de ter uma vida em equilíbrio; saúde tanto no corpo, alma e espírito bem como nas relações familiares e comunidade.

Aí você me pergunta: “Mas as provisões, de onde virão?” Eu lhe respondo: Deus entregou ao homem tudo o que há na terra para que ele pudesse transformar o que foi criado por Ele (como a madeira, a areia, a terra, o ferro, o vento, os vegetais, os animais e tudo o que existe à nossa volta). Chamou Deus de “bom” tudo quanto fizera e designou ao homem que exercesse domínio sobre a criação.

O homem é o “muito bom” de Deus. A transformação do “bom” em “muito bom” está em suas mãos. Tudo o que existe à sua volta, aguarda ansiosamente por seu toque transformador. Exercer domínio sobre todas as coisas e manifestar o Reino de Deus com o seu plano e o propósito, é um privilégio dado ao homem.

Mas, afinal, o que é “dominar”? Dominar é desvendar, conhecer, desnudar, descobrir toda e qualquer obscuridade. Citemos um exemplo: quando Bill Gates determinou que dominaria o mercado mundial com o seu software, e que haveria um microcomputador em cada casa no mundo inteiro, ele buscou conhecer, descobrir, desvendar tudo sobre o mesmo, toda e qualquer possibilidade de ampliação, modificação, evolução, transformação, expansão, adaptação e modernidade ele procurou conhecer e dominar. Quando algo fugia do seu domínio ele trazia para junto de si pessoas excelentes – os que dominavam aquela área em que era inapto. Hoje, é o homem mais rico do mundo e exerce influência na sua área de domínio. Tudo começou em uma simples garagem.

A Bíblia diz em Oséias 4.6: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento”. Conhecimento insere pesquisa, estudo, investimento, possibilidades, tempo, análises, erros e acertos; é saber como algo funciona de frente para trás, de trás para frente, de lado, de costas, de ponta cabeça; conhecer é dominar, é ser excelente, é ser “o cara”.

Infelizmente, muitos cristãos perderam-se nesta jornada. Voltaram-se somente para o espiritual e deixaram de lado o domínio intelectual, cultural e físico. Estão parados, apáticos e achando que não é mais necessário conhecerem o que está ao redor.

Entendemos que todo cristão tem o dever de ser o melhor em tudo, conhecer-se, desenvolver-se, capacitar-se em sua totalidade, ou seja, corpo, alma e espírito são de fundamental importância. Se você tem algo a fazer, faça com excelência, seja o melhor em tudo o que fizer, ou então se recuse a fazer. Mas até para dizer “não” você deve exercer domínio. Em primeiro lugar, você tem que admitir para você mesmo e depois para o outro que você não conhece isto ou aquilo, então dirá: “Procure alguém que domine o conhecimento para exercer esta tarefa”. Ou então: “Dê-me uma chance para procurar conhecer, dominar e então falaremos”.

Tenha uma vida com propósitos e seja praticante da habilidade dada a você por Deus – antes mesmo do seu nascimento. Aí você me pergunta: “Qual é o meu propósito?”

Eu lhe respondo: somente você é quem pode me dizer.


Autora: Dra. Carla Ivonete S. Campos
Psicóloga e Coordenadora do Seminário Restauração Profissional
restauraprofissional@hotmail.com

8 de mar. de 2009

N.E.O.Q.E.A.V


Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.

A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "NEOQEAV" num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.

Eles se revezavam deixando "NEOQEAV" escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.

Eles escreviam "NEOQEAV" com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse. Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.

"NEOQEAV" era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.

Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar "NEOQEAV" na última folha e enrolou tudo de novo.

Não havia limites para onde "Neoqeav" pudesse surgir.

Pedacinhos de papel com "NEOQEAV" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.

Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.

"NEOQEAV" era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira. Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília. Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente deste jogo que eles jogavam. Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.

Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.

Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.

Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar. O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.

Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena. Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal. Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.

Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.

Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bençãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.

Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.

Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.

Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.

O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.

Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã. E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa. Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, orando a Deus para zelar por sua esposa. Então, o que todos nós temíamos aconteceu.

Vovó partiu.

"NEOQEAV"foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.

Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.

Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.

Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser. Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.

Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:

Mas o que "NEOQEAV" significa?"

Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você = "NEOQEAV"

Extraído do site:

Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.

A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "NEOQEAV" num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.

Eles se revezavam deixando "NEOQEAV" escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.

Eles escreviam "NEOQEAV" com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse. Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.

"NEOQEAV" era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.

Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar "NEOQEAV" na última folha e enrolou tudo de novo.

Não havia limites para onde "Neoqeav" pudesse surgir.

Pedacinhos de papel com "NEOQEAV" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.

Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.

"NEOQEAV" era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira. Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília. Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente deste jogo que eles jogavam. Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.

Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.

Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.

Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar. O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.

Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena. Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal. Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.

Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.

Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bençãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.

Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.

Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.

Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.

O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.

Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã. E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa. Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa. Então, o que todos nós temíamos aconteceu.

Vovó partiu.

"NEOQEAV"foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.

Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.

Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.

Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser. Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.

Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:

Mas o que "NEOQEAV" significa?"

Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você = "NEOQEAV"


Extraído do site: mensagemevangelica.com.br


6 de mar. de 2009

As Sete Maravilhas do Mundo


Um grupo de estudantes de geografia estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, aos estudantes foi pedido para fazerem uma lista do que eles pensavam que fossem consideradas as novas sete maravilhas do mundo. Embora houvesse algum desacordo começaram os votos:

1. A Grande Muralha - China
2. Cristo Redentor - Brasil
3. Petra - Jordânia
4. Taj Mahal - Índia
5. Coliseu de Roma - Itália
6. Chichén Itzá - México
7. Machu Pichu - Peru

Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina, não tinha virado sua folha ainda.

O professor então perguntou à menina se tinha problemas com sua lista.

A menina quieta respondeu:
"- Sim, um pouco, eu não consigo fazer a lista, porque são muitas maravilhas."

O professor disse:
"- Bem, diga-nos que o que você tem, e talvez nós possamos ajudá-la."

A menina hesitou, então leu:
"- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:

1. tocar
2. sentir sabor
3. ver
4. ouvir

Hesitou um pouco e então...
5. sentir
6. rir
7. e amar

A sala então ficou completamente em silêncio.

É fácil para nós, olhar as façanhas do homem. Nós negligenciamos tudo o que Deus fez para nós.

Que você possa se lembrar hoje, daquelas coisas que são verdadeiramente maravilhosas.

"Faça tudo de bom que você puder para todas as pessoas que você puder, quando você puder."

Extraído de: mensagemevangelica.com.br

5 de mar. de 2009

Confiar em Deus


O profeta Isaías, ao se referir à grandeza de Deus e à confiança que nEle deve ter o homem, diz:

“Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão.”
[Isaías 40:31
]


É muito singular que o Profeta compare os que confiam no Senhor às águias. É que elas têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade as águias abrem suas asas, capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora, e enfrentam a tormenta. Elas sabem que acima das nuvens escuras e das descargas elétricas, brilha o sol. Nessa luta terrível elas podem perder penas, podem se ferir, mas não temem e seguem em frente. Depois, enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e em paz, lá em cima. Confiança que traduz certeza é o seu lema. Para além da tormenta, brilha o sol, e o sol elas buscam.

Na morte, as águias também dão excelente lição de confiança. Como todos os seres vivos, elas também morrem um dia. Contudo, alguma vez você já se deparou com o cadáver de uma águia? É possível que já tenha visto o de uma galinha, de um cachorro, de um pombo. Quem sabe até de um bicho do mato nessas extensas estradas de reserva ecológica. Mas, com certeza nunca encontrou um cadáver de águia.

Sabe por quê? Porque quando elas sentem que chegou a hora de partir, não se lamentam nem ficam com medo. Localizam o pico de uma montanha inatingível, usam as últimas forças de seu corpo cansado e voam naquela direção. E lá esperam, resignadamente, o momento final. Até para morrer, as águias são extraordinárias.

Quando, por ventura, você se deparar com um momento difícil, em que as crises aparecem gerando outras crises, não admita que o desânimo se aposse das suas energias. Eleve-se acima da tempestade, através da oração. Pense que Deus é o autor e o sustentador de todo o bem. Pequenos dissabores que estejam atingindo você são convites a reexame dos empecilhos que enchem a estrada da sua vida.

Discórdia é problema que está pedindo ação pacificadora. Desarmonias domésticas são exigência de mais serviço aos familiares. Doença é processo de recuperação da verdadeira saúde. Até mesmo a presença da morte não significa outra coisa senão renovação, e mais vida.

Pense nisso:
Sempre que as aflições visitar seu lar em forma de enfermidade ou tristeza, humilhação ou desastre, não se entregue ao desalento. Recorde que, se você procura pelo socorro de Deus, o socorro de Deus também está procurando alcançar você! Se a tranqüilidade parece demorar um pouco, persevere na esperança, lembrando que o amparo de Deus está oculto ou vem vindo.

Extraído de: MensagemEvangelica.com.br

 
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